terça-feira, 24 de maio de 2016

QUEM É DEUS? UMA PERGUNTA QUE SEMPRE ME FASCINOU

Desde os meus 7 ou 8 anos eu venho me fazendo uma pergunta bem simples e que praticamente todas as pessoas do mundo já se fizeram também de alguma forma: "quem é Deus" ou "o que é Deus". Me lembro de olhar para o Céu e ficar pensando para onde eu iria depois de morrer, pois não tinha nada lá em cima, somente nuvens durante o dia e escuridão salpicada de pequenas luzes a noite. E aquilo, sinceramente não fazia o menor sentido para mim. Como assim, "Deus fez o mundo em 6 dias e descansou no sétimo". Nada na verdade faz qualquer sentido que seja se pegarmos a história como um todo. Como eu consigo me lembrar de muitas coisas, recordo que assistindo ao filme "Você Acredita", estrelado por um ancião de exatos 78 anos que um dia abandona tudo e sai pelo mundo realizando esta mesma pergunta que tantas vezes já me fiz em segredo, "quem é Deus", Morgan Freeman, observei uma linda história, na qual tudo está devidamente conectado para um bem maior. Seguindo esta lógica, o do Destino em sua mais pura essência, estaria a serviço de Deus, pois o pior de todos os atos, até mesmo aqueles mais cruéis, uma mãe morrendo com seu pequeno e amado filho nos braços, tem um propósito maior. Claro que para isto, teríamos que ter o "poder" de enxergar o ato completo e não apenas as cenas isoladas, com os "olhos de Deus".  


Mesmo assim, nada conhecido é realmente capaz de explicar aquela presença marcante quando você vê uma mulher, totalmente desconhecida e sabe que irá se casar com ela sem nunca antes a ter tocado, conhece o nome de sua filha antes mesmo de a ter concebido. Esta presença que todos nós sentimos, o medo da morte, o cheiro da vida, o gosto do amor. O calor quando dois corpos se tornam apenas um, a plenitude do "ser" e todos os desafios do "ter". As artimanhas da conquista e do poder. Uma força que esta acima de cada um de nós ou dentro de todas as pessoas. Desde muito cedo eu aprendi que a vida é um improviso friamente calculado. No entanto, existe um quadradinho chamado "escolha", que de todos os pontos de vista pelos quais somos capazes de olhar, existe um "dado" que gera a "informação", que alimenta a "decisão" que gera o "resultado", que gera um novo "dado" que alimenta a decisão, que gera o resultado, que gera "um novo dado", e por aí vai, é realmente um "ciclo interminável". Seria esta a verdadeira face desde "Deus Invisível" que a tudo vê, ouve e senti.


Assistindo o documentário "A História de Deus" eu vi algo que realmente me chamou muito a atenção. Um psicólogo criou uma tese que basicamente procura provar que todos nós precisamos de algo sobrenatural para nos manter no caminho certo. E desta forma, ele utilizou pequenos grupos de crianças entre 5 e 8 anos de idade. Com o primeiro grupo ele traçou uma linha e colocou o alvo para que elas atirassem dardos de costas sem ultrapassar o ponto limite, uma situação humanamente impossível e improvável. Neste grupo ele apenas passou estas instruções e depois deixou as crianças sozinhas, uma de cada vez, na sala. Todas, vendo que jamais conseguiriam acertar o alvo com os dardos, "roubaram". Foram lá e colocaram os dardos no alvo com suas próprias mãos. Já com o segundo grupo de crianças, o psicólogo colocou o elemento "divino" na equação. Passou a mesma informação só que colocou uma cadeira próxima ao alvo e disse o seguinte: ninguém vai ver vocês jogando os dardos, apenas a princesa Sofia que está sentada naquela cadeira. Todas as crianças questionaram, informando que não tinha ninguém sentado na cadeira. E o psicólogo foi criterioso dizendo: "apenas adultos podem ver a princesa sofia, crianças não conseguem". O resultado foi bem simples e jamais esperado, pois todas as crianças de todos os grupos avaliados com o elemento "sobrenatural" não desrespeitaram as regras do jogo.



Seria este o verdadeiro significado de "Deus", da ""? O "controle". O medo do desconhecido, do oculto. O medo do que acontece depois da morte, mas o que realmente acontece após morrermos. Sabemos que todas as pessoas que tiveram alguma experiência pós-morte, relatam terem visto uma "luz" e são específicas ao descreverem uma sensação de paz e conforto, tranquilidade absoluta e negação sobre a "dor". Mas para entendermos isto, temos que voltar no tempo a lugares específicos, tais como Sakan que é realmente a primeira pirâmide construída, ou o primeiro monumento que registra a vida após a morte que ainda se encontra de pé. Também precisamos remontar a história de Luxor, capital do Antigo Egito. Mais especificadamente buscas as verdades escritas na Tumba de Menna localizada no Vale dos Reis. E isto me leva ao fato de que as pirâmides foram realmente construídas para descreverem o tamanho do "homem" se comparado a suas principais "divindades". Os egípcios como nação, sabiam que a viajem cósmica era real e que os Deuses também eram reais, todos. Alguns até tiveram contato direto com suas divindades, os viajantes como assim podemos os descrever. Desta forma, eles foram notificados que seus Deuses retornariam, cerca de 5.250 anos no futuro, o que é perfeitamente possível e plausível. Pois sabemos que se viajarmos acima da velocidade da luz, o tempo passa a ser relativo. Dentro desta equação, podemos definir que 5.000 anos possa ser perfeitamente comparado a 5.000 dias. E como "detentores da verdade", os grandes reis do Egito, queriam ver novamente seus Deuses. Desta forma, mesmo após a morte, teriam seus corpos perpetuados para que as próximas gerações, os entregassem a seus Deuses, esperando a "ressurreição". Mas não do seu corpo e sim da sua memória genética contida em seu DNA, em um processo de "clonagem direta", para que assim, pudessem contar suas histórias. E com toda a minha pesquisa, concluo que como filhos de Deus, todos nós temos a essência divina dentro daquilo que chamamos de "homem". Ou em termos mais específicos: todos nós temos o DNA de Deus.